segunda-feira, 5 de julho de 2010

Como o
homem é fraco
e o destino inelutável.

Fazemos juramentos que
não cumprimos e nossa
própria humilhação nos é
indiferente.

Eu mesmo procedo
frequentemente
como um desassisado.

Mas tenho uma escusa:
estou embriagado de amor!

Omar Khayyám (1048-1131)

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