domingo, 30 de setembro de 2012

Henry Ryland - Amendoeiras em Flor
“Possuía ela, para julgar as coisas que se devem ou não se devem fazer, um código imperioso, abundante, sutil e intransigente, com distinções imperceptíveis ou ociosas (o que lhe dava a aparência dessas leis antiga que, a par de prescrições ferozes como o massacre de crianças de peito, proíbem, com exagerada delicadeza, que se cozinhe o cabrito no leite de sua própria mãe ou que se coma ou que se coma o tendão de algum animal)” .
Marcel Proust, em " Caminho de Swann"
Tradução de Mario Quintana

Nenhum comentário: