sábado, 2 de julho de 2011

“O saber deve ser como um rio, cujas águas doces,
grossas, copiosas, transbordem do indivíduo,
e se espraiem, estancando a sede dos outros.
Sem um fim social, o saber será a
maior das futilidades”.

Gilberto Freyre (1900-1987)

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