quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Poema Doze

Max Weber
Conta-me, ó cisne, tua história.
De onde vieste? Para onde vais?
Em que margem pousarás para descansar?
A qual meta entregaste o coração?

Esta é a manhã da consciência!
Desperta! Segue-me! Voemos juntos
Há um lugar livre da dúvida e da tristeza,
Onde o terror da morte não impera.

Lá florescem bosques em eterna primavera,
E sua fragrância nos impulsiona mais e mais.
Imerso nela, o coração, qual abelha, se inebria.
Imenso nela, já não quer outra alegria.

Kabir (1440-1518)
Poeta Hindu

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