quarta-feira, 17 de março de 2010

Pode alguém dizer-me
até onde vai a minha vida?
Sou um sopro na tempestade,
uma onda no lago?
Ou serei, talvez,
essa branca e pálida bétula
arrepiada de primavera?

Rainer Maria Rilke (1875-1926)

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