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terça-feira, 25 de setembro de 2012

José Dirceu

José Dirceu de Oliveira e Silva
(Passa-Quatro, 16 de março de 1946)
José Dirceu em 4 fotos:
Com 19 anos, 22 anos e 25 anos
Atualmente.
Por que a mídia, principalmente a Globo, odeia o José Dirceu?
Pelos seguintes motivos:
1 - Foi Dirceu, quando Ministro da Casa Civil, (chefe do Gushiken), que deu a ideia de se regular as mídias. Criar uma Ley De Medios, e a Globo não perdoa.

2 - Foi Dirceu que acabou com a farra da Globo. Antes de Lula, toda a verba de publicidade do governo era dividida somente entre 499 veículos.

3 - E para cada R$ 1,00 de verba publicitária do governo, a Globo ficava com R$ 0,80 (80%).

4 - Dirceu redistribuiu a verba publicitária do governo entre quase 9.000 veículos. Antes eram só 499. Agora, Globo só recebe 16% do total.

5 - Foi ideia do José Dirceu criar o Ministério das Cidades que acabou com o poder dos coronéis locais. Oposição e velha mídia não perdoam.

6 - Foi Dirceu quem acabou com a farra dos livros didáticos que eram publicados pela Editora Abril e Fundação Roberto Marinho.

7 - Foi Dirceu que articulou e viabilizou a governabilidade do governo Lula.

8 - Foi Dirceu que BARROU Demóstenes de ser o Secretário Nacional de Justiça. Demóstenes e Cachoeira se juntaram para ferrar Dirceu.

9 - Por que Dirceu sofre perseguição do Ministério Público? Em 2004, foi ideia de Dirceu de se criar um controle externo sobre o MP.

10 - Por que Cesar Peluso não gosta de Dirceu? Márcio Thomaz Bastos indicou a Lula o nome de Peluso para o STF. Dirceu barrou. Márcio Thomaz Bastos forçou a barra.

11- Dirceu, quando Ministro Chefe Casa Civil, fechou as portas do BNDES à mídia: "dinheiro só para fomentar desenvolvimento, jamais pagar dívidas".

12 - Dirceu fez o BNDES parar de financiar as privatizações e deixar de ser hospital para empresas privadas falidas.

Fonte: Contexto Livre

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

José Serra

Serra chora e Padre Marcelo Rossi
asperge água benta para abençoa-lo nas urnas.

Que cena grotesca!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Caos

“Numa ação de reintegração de posse de área grande e com muitos ocupantes, a regra orientadora básica do juiz do processo é a Justiça, e buscar à exaustão as conciliações em audiências. Em outras palavras, promover negociações voltadas à desocupação e, para tanto, envolver governos (municipal, estadual e federal) para encontrar soluções alternativas. Afinal, créditos tributários são habilitados para pagamento pela massa falida.
A reintegração coercitiva, com oficiais de Justiça e força policial, só deve ocorrer excepcionalmente e não era o caso da executada no domingo em imóvel pertencente à massa falida da empresa Selecta. Uma empresa que pertenceu ao megaespeculador Naji Nahas.
A falência foi declarada em 2004 e se arrecadou, como bem da massa, uma área de 1,3 milhão de metros quadrados, situada em São José dos Campos, em lugar conhecido por Pinheirinho.
Na reintegração, não estava em jogo apenas o interesse dos cerca de 6 mil ocupantes da área do Pinheirinho. Como todos sabem, os valores arrecadados com a massa falida pagam os créditos de trabalhadores tungados pelos gestores da Selecta. Mais ainda, existem créditos fiscais, previdenciários e até dos credores quirografários. Os pagamentos obedecem a uma ordem legal e, muitas vezes, os quirografários ficam a ver navios.
Desapropriar a área para solucionar o problema dos ocupantes e não deixar os credores desamparados poderia ter sido uma das soluções. Lógico, passada pelo crivo do Ministério Público por meio da curadoria de massas falidas e Judiciário. No caso da falência da Salecta, e como informado pelos jornais, havia um protocolo de intenções em curso no Ministério da Cidade para solucionar o problema dos ocupantes da área.”

Wálter Fanganiello Maierovitch

sábado, 14 de janeiro de 2012

↷ 'Minha Casa, Minha Vida'

Alckmin adere ao 'Minha Casa, Minha Vida' com 2 anos de atraso.
Alckmin e José Serra (PSDB/SP) passaram a campanha de 2010 combatendo o programa "Minha Casa, Minha Vida", com desdém.
Geraldo Alckmin (PSDB/SP) foi eleito governador de São Paulo e passou 2011 sem aderir ao programa.
Depois de passar quase dois anos sabotando em terras paulistas o programa "Minha Casa, Minha Vida", o governo estadual tucano desistiu de apostar no fracasso do programa, e aderiu a ele.
A presidenta Dilma Rousseff foi a São Paulo hoje para a cerimônia de assinatura do termo de adesão ao programa Minha Casa, Minha Vida pelo governador Geraldo Alckmin.
O resultado prático para o povo paulista do fim do boicote demo-tucano é o compromisso para a construção de 97 mil moradias, num primeiro lote.
Isso já poderia ter sido feito há dois anos atrás, e estas famílias já poderiam estar habitando novos lares, se não fosse a ranhetice politiqueira de José Serra no ano de 2010 e de Geraldo Alckmin em 2011. Outro lote de 100 mil casas poderiam estar em curso.
Depois a TV Globo e o Estadão encomendam à ONG Contas Abertas uma estatística para inventar uma justificativa que transforme incompetência do governador tucano em "transferência de verbas federais para outros estados".
Ora, como liberar verbas se os governos estaduais boicotam por motivos politiqueiros, prejudicando a própria população?
O órgão do governo paulista responsável pela habitação (CDHU) tem sido alvo de escândalos de corrupção recorrentes nos últimos anos
Todo cuidado é pouco com a corrupção tucana no CDHU

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Denúncia grave

Em entrevista a um telejornal local do SBT, o coronel PM Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor interno da PM, levanta a suspeita de que o governo do Rio teria armado uma arapuca para os bombeiros, incentivando-os (ou, no mínimo, fazendo corpo mole) à invasão do Quartel Central da Corporação. Com isso, pretendia vender a imagem dos bombeiros como um grupo de radicais, covardes, irresponsáveis e vândalos.
Essa informação soma-se a uma outra anterior, publicada pela Folha no dia 7, terça-feira. Uma nota perdida, espremida entre duas notícias que não tinham nada a ver com ela, que informava que um cabo infiltrado pela Secretaria de Segurança na manifestação acabou preso.
Se a "arapuca" desse certo, Sérgio Cabral conseguiria jogar tropa contra tropa e desmoralizar os dois movimentos numa mesma jogada.
O movimento dos PMs não vem de hoje. O coronel Paúl, autor da denúncia ao SBT, é um dos fundadores do Grupo dos Barbonos, oficiais de alta patente da PM que no início de 2007 (nos primeiros meses do primeiro ano do primeiro mandato de Sérgio Cabral) criaram o movimento para reivindicar melhorias salariais, melhores condições de trabalho e um limite de carga horária para os PMs.
Cabral afastou todos os oficiais. E vem ignorando nesses anos todos as reivindicações de PMs e bombeiros. Agora não pode ignorar mais. Por isso pode ter armado a arapuca, como suspeita o coronel.
Se o fez, o tiro saiu pela culatra, o apoio da população aos bombeiros cresce dia a dia, enquanto, proporcionalmente, aumentam as críticas ao governador.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A velha midia e seus papagaios

Para fazer a denúncia das aventuras de Palocci, um jornal conta ao leitor que analisou documentos, fez cálculos etc. Nos dias seguintes, revela mais detalhes, cita os desmentidos, os desmentidos dos desmentidos, novos nomes, novos números. Retoma-se o caso Francenildo etc.
A velha mídia e seus papagaios de repetição bateram duro em um livro com base na leitura de apenas uma das páginas de um dos capítulos. Mais que um vexame, um papelão! O texto que se segue é de Sírio Possenti, professor do Departamento de Linguística e Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, um dos mais respeitados estudiosos da Língua Portuguesa também na Internet.
“Suponhamos que a mídia tratasse da mesma forma o caso livro do MEC. Em uma página, encontra duas ou três passagens das quais suspeita. Então, lê o capítulo, depois, lê o livro. Acha que tem alguma coisa estranha. Vai mais fundo: considera o fato de que se trata de um livro aprovado e distribuído pelo MEC. Obviamente, quererá saber se há mais algum implicado. Analisa outros livros de português abonados pelo Ministério. Encontra coisas semelhantes, pelo menos em um capítulo em cada manual. Desconfiada, porque nunca ouviu falar disso (só conhecia o manual da redação), decide investigar se é coisa do PT. Avança sobre os livros de português distribuídos no governo anterior, na certeza de que não encontrará nada disso (imagina!). Mas encontra. Tenta descobrir que conversa é essa.
O repórter pede uma diária extra, ou pede socorro à sucursal e ganha um reforço (parece ser coisa que vale a pena...). Lêem os Parâmetros Curriculares, do primeiro governo FHC (e que são um pouco confusos, mas deixa pra lá). Encontram passagens como "A discriminação de algumas variedades linguísticas, tratadas de modo preconceituoso... Por isso mesmo, o preconceito lingüístico...". Ficam apavorados. Verificam quem são os culpados. Consultam a bibliografia e encontram uma lista de autores, nacionais e estrangeiros, uns mais antigos, outros mais recentes. Dão umas googladas. Acham os temas meio complicados! Incrédulos, conferem os "créditos": Presidente da República: Fernando Henrique Cardoso (continuaria comunista?); Ministro da Educação: Paulo Renato Souza.
Como têm interesse em apurar a verdade, procuram Paulo Renato, que foi o "ministro dos PCNs". Querem entender melhor essa coisa estranha. Ele informa que vários dos que trabalharam na elaboração dos Parâmetros são paulistas, e fizeram um trabalho semelhante durante o governo Montoro (um petista doente!). Basta ir à CENP, órgão da Secretaria da Educação do Estado, e ver os documentos, ele diz. Vão.
Descobrem os textos do Projeto IPÊ (como são radicais!), que foram distribuídos a todas as escolas do Estado, distribuição seguida de numerosos cursos para professores de português, em diversas cidades do Estado e, na capital, para coordenadores pedagógicos e coordenadores da área. Está escrito: Governador: Montoro; Secretário da Educação: Paulo Renato. Dois criptocomunistas, eles pensam. Mas era apenas o primeiro governo democrático do Estado depois dos interventores!
[...]
Não entendi (mesmo!) a bronca em relação ao livro Por uma vida melhor. Num texto que escrevi para o caderno Aliás (Estadão, 22/05), cheguei a dizer que o capítulo era conservador. Reafirmo que é. Por isso, não consigo mesmo atinar com a origem da estrondosa reação. Afinal, o prof. Pasquale ministrou centenas de aulas do mesmo tipo na TV Cultura. A diferença principal é que ele "partia" de letras de música nas quais identificava um "erro" e, em seguida, dizia qual era a regra que deveria ser seguida "no formal". Mas ele nunca corrigiu as letras das músicas. Nenhuma diferença de fundo, portanto. Foi a palavra "preconceito"? Foi "pode"?”

Matéria Completa no Terra Magazine ⇓

segunda-feira, 23 de maio de 2011

↷ A educação na mão dos tucanos

A Secretaria de Educação do governo tucano de São Paulo admitiu, ontem, que as escolas técnicas (ETECS) do Estado tiveram queda de rendimento no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar (SARESP) realizado em 2010. O levantamento mostra que, em 2010, a média dos alunos do 3.º ano do ensino médio das 116 ETECS foi menor que a obtida em 2009.
O resultado da avaliação foi inferior nos dois conteúdos:
1. língua portuguesa
2. matemática.

A questão da educação, no entanto, é mais grave que parece. O Estado de São Paulo é um “exemplo paradigmático”, como diria um acadêmico, deste tema. Por aqui tivemos 30 anos de administrações do PSDB, com o interregno de oito anos de Quércia e Fleury. Nesse período os paulistas não puderam ter uma educação pública à altura de sua economia, história e importância para o país.
Apropricação de Tecnologia
Por todas essas razões, os dados sobre a Educação em São Paulo são um alerta e um sinal da gravidade permanente do problema estadual. Eles nos remetem à necessidade, cada vez maior, de políticas públicas e recursos para a área.
Parece que não conseguimos formar professores, atualizar os currículos e a tecnologia pedagógica. Tampouco fomos bem sucedidos em nos “apoderar” dos avanços científicos e técnicos, seja em matéria de laboratórios, seja, agora, em relação à Tecnologia da Informação.
Os dados sobre a Educação em São Paulo são um alerta e um sinal da gravidade permanente do problema estadual. Eles nos remetem à necessidade, cada vez maior, de políticas públicas e recursos para a área.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

↷ WikiLeaks

‘Metade dos presos em Guantânamo era inocente’
Sarah Folkman
Os jornais El País,The New York Times e Washington Post publicaram em seus sites na noite deste domingo (24) uma série de documentos secretos que revelam informações detalhadas sobre a base militar norte-americana de Guantânamo. Os três veículos tratam de fichas de 759 dos 779 presos que passaram pela prisão.
Com data entre 2002 e 2009, os registros revelam que o governo dos Estados Unidos usou a prisão de Guantânamo ilegalmente para obter informação dos detidos, independentemente de serem suspeitos ou não. Informam também que parte dos prisioneiros afegãos e paquistaneses era inocente, incluindo motoristas, agricultores e cozinheiros, que foram detidos durante operações de inteligência em zonas de guerra.
O El País cita ainda o caso de um homem de 89 anos preso em Guantânamo. Ele sofria de demência senil, artrite e depressão. Foi detido porque os soldados encontraram um telefone no complexo de casas onde ele vivia que continha números de pessoas "suspeitas" de ligação com o Talebã. O idoso não sabia de quem era o telefone, tampouco sabia manusear o aparelho. Tempos depois, as autoridades concordaram que ele não sabia de nada e que não oferecia perigo.
Um dos presos foi um adolescente afegão de 15 anos que não era apenas inocente, como também uma vítima do "inimigo". Antes de ser detido pelos EUA, um grupo armado Talibã sequestrou e estuprou o jovem.
Desde a criação da prisão norte-americana, em 2002, morreram sete presos no local, segundo dados oficiais. Sua manutenção não encontra amparo em nenhuma convenção internacional e, portanto, não há como fiscalizar o que acontece em seu interior, motivo pelo qual os EUA são criticados por organizações de direitos humanos. Os EUA também não permitem que a ONU (Organização das Nações Unidas) inspecione as condições da base e do tratamento recebido pelos detidos.

Fonte: Opera Mundi
Veja matéria completa
∗ É essa democracia que os EUA exercem para com o mundo.

domingo, 27 de março de 2011

↷ Dilma


A presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu na noite da última sexta-feira (25) um grupo de atrizes e mulheres cineastas no cinema do Palácio da Alvorada. Durante o evento, foi exibido o filme "É Proibido Fumar", de Anna Muylaert. Após o longa, houve um jantar em comemoração ao mês da mulher.
Ao contrário de Mônica Bergamo que achou "estranho" a atriz Glória Pires pedir autógrafo para a presidente, eu acho que não é pouca coisa uma mulher que foi torturada tornar-se presidente. Isso é muito digno. Pena que a Imprensa tem todas essa resistência.

terça-feira, 22 de março de 2011

O bloqueio econômico sobre Cuba

O bloqueio econômico sobre Cuba começou no dia 7 de fevereiro de 1962 no governo John Kennedy, em resposta ao alinhamento de Cuba com a União Soviética em plena guerra fria. De acordo com o governo cubano, as restrições comerciais e financeiras representaram perdas à economia cubana de US$ 96 bilhões desde então.
A Guerra Fria acabou na década de 90, mas os Estados Unidos continuam com a mesma pratica repressora, inclusive com o presidente Barak Obama.

Aliás, esta semana a revista alemã Die Spiegel publicou fotos de soldados americanos, posando ao lado de cadáveres de civis afegãos assassinados por eles. Estão euforicamente rindo "debochando" de suas vítimas.
Ai a Hillary Clinton diz que nos EUA não fazem tortura.....
Imaginem se fizessem.

PS: A minha simpatia por Kadafi é ZERO. Mas não entendo o critério que leva a maior parte da comunicação social a considerar que a morte de civis numa guerra, causada por uma das partes, é um ato criminoso e, a causada por outra das partes, como "danos colaterais".

segunda-feira, 21 de março de 2011

Obama no Brasil

Uma visita marcada por mais uma guerra
A marca da visita não está dada por nenhum pronunciamento ou acordo assinado aqui, mas pelo cenário do bombardeio da Líbia, com a sempre falsa justificativa de que fazem para defender os civis do país. Mesmo no plano do discurso, dos acordos e do seu itinerário, a visita foi decepcionante. Nos discursos, ele fez o mínimo possível de concessões: depois de ter apoiado expressamente a Índia para ingressar no Conselho de Segurança da ONU, fez apenas uma menção simpática ao Brasil – “apreço” -, longe do compromisso com o pais asiático. Os EUA não cumpriram com sua parte nos novos acordos comerciais e Obama tenta justificar a postura com a crise econômica, que dificultaria abrir o mercado dos EUA. Não havia nenhum sintoma de que anunciaria o fim do bloqueio a Cuba ou qualquer outra medida progressista, como seus pronunciamentos confirmaram.
Obama não trouxe o Ministro de Energia, como estava planejado, diminuindo as possibilidades de acordos nessa área. Rejeitou o convite para um jantar reservado com Dilma em Brasília, onde ficou apenas algumas horas, partindo rapidamente para o Rio. Aqui, fez programas familiares no jantar, na visita ao Corcovado e a Cidade de Deus. A suspensão do comício na Candelária – que tranquilizou o governo, que não via com bons olhos a operação – levou a um discurso no Teatro Municipal, onde houve mais seguranças, policiais e escoltas do que público.
Sua passagem – cujo aspecto mais importante foi o de que, pela primeira vez, um presidente empossado no Brasil é visitado por um presidente norteamericano, ao invés de ir visitá-lo – deixa uma imagem frágil, de pouca transcendência, de mais um presidente dos EUA que não somente não deixa um cenário de guerra – o Iraque – como prometido, como leva seu país, no momento da sua viagem, a mais uma.

Emir Sader
Na verdade, a economia dos EUA está um caos e com a guerra na Líbia ele venderá armas e com isso aeconomia dos EUA melhorará.
Moral: Dane-se as pessoas o que importa é ganhar dinheiro. Essa é a "filosofia", ou "os valores" dos norte-americanos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

↷ Muamar Kaddafi

Protestos contra Muamar Kaddafi que está há 42 anos no poder chegam à capital da Líbia.
Novas manifestações pressionam pela saída de Kadafi, enquanto filho diz que líder lutará "até o último tiro"
Vários diplomatas líbios no exterior renunciaram a seus cargos, insatisfeitos com a maneira como Kadafi reagiu à onda de protestos.
O chanceler do Reino Unido, William Hague, disse no início da tarde desta segunda-feira ter recebido informações que sugerem que o ditador da Líbia, Muamar Kadafi, está a caminho da Venezuela. O líder do país do norte da África tem boas relações com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O ministro da Informação venezuelano, Andres Izarra, negou que a informação seja verdadeira.
- Não tenho informação de que ele está lá, mas vi informação que sugere que ele está a caminho (da Venezuela) neste momento - afirmou o ministro britânico, que está em Bruxelas.
Hague ressaltou que não estava se referindo a rumores que vêm circulando desde domingo, mas a duas fontes de informação.

quinta-feira, 18 de março de 2010

↷ 19 de março de 1964:

Marcha da Família com Deus pela Liberdade, único grande êxito de mobilização de massas pela direita brasileira em mais de 500 anos. Prepara o Golpe de 1964.
A marcha, o terço e o livro: catolicismo conservador e ação política estão na conjuntura do golpe de 1964. Destinadas a converter a opinião pública e a mobilizar a "sociedade como um todo" contra a ameaça de uma "república sindicalista" e da política reformista do governo João Goulart, enfim anunciada no Comício da Central, as "Marchas da Família" foram a expressão ideológica prática mais explícita do anticomunismo e do antipopulismo e segui-se o Golpe que durou 20 anos.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

↷ E agora José??

Complicou bastante a situação do governador José Serra (PSDB) com a divulgação da nova pesquisa Datafolha, deste final de semana. Serra viu sua vantagem de 14 pontos ante a candidata governista Dilma Rousseff cair para apenas 4, quase um empate técnico.