Mostrando postagens com marcador Marc Chagall. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marc Chagall. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Graciliano Ramos

Marc Chagall
“Comovo-me em excesso,
por natureza e por ofício.
Acho medonho alguém
viver sem paixões”.

Graciliano Ramos (1892-1953)

sábado, 12 de novembro de 2011

↷ A Morte Absoluta

Marc Chagall
Morrer.
Morrer de corpo e de alma.
Completamente.

Morrer sem deixar o triste despojo da carne,
A exangue máscara de cera,
Cercada de flores,
Que apodrecerão - felizes! - num dia,
Banhada de lágrimas
Nascidas menos da saudade do que do espanto da morte.

Morrer sem deixar porventura uma alma errante...
A caminho do céu?
Mas que céu pode satisfazer teu sonho de céu?

Morrer sem deixar um sulco, um risco, uma sombra,
A lembrança de uma sombra
Em nenhum coração, em nenhum pensamento,
Em nenhuma epiderme.

Morrer tão completamente
Que um dia ao lerem o teu nome num papel
Perguntem: "Quem foi?..."

Morrer mais completamente ainda,
- Sem deixar sequer esse nome.

Manuel Bandeira (1886-1968)

domingo, 13 de março de 2011

Temos que nos habituar

Marc Chagall
Há duas coisas a que temos de nos habituar,
sob pena de acharmos a vida insuportável:
• as injúrias do tempo e
• as injustiças dos homens.

Nicolas Chamfort (1741-1794)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Casamento

Marc Chagall
“O problema do casamento é que
se acaba todas as noites depois de fazer amor,
e é preciso tornar reconstruí-lo
todas as manhãs antes do café.”

Gabriel Garcia Márquez